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A REFORMA DE ONTEM. UMA REFORMA PARA HOJE.

“Comemorar a Reforma não é uma questão de saudosismo ou apego à tradição, mas significa reafirmar os fundamentos bíblicos redescobertos e confessados pelos reformadores, sem os quais ficaremos à deriva no mar de incertezas que caracteriza a presente era”. Disse o Rev. Alderi Souza de Matos, Doutor em história da igreja.

Diante de tanto misticismo, culto a personalidade, celebrações esdruxulas, em que o homem se tornou o centro e a razão da adoração. E Deus tornou-se apenas um realizador obediente dos desejos de seus filhos, que parecem crianças mimadas, exigindo e dando ordens e mais ordens para terem seus desejos e sonhos se tornando realizando. Relembrar os princípios da Reforma Protestante, como também a vida desses reformadores é fundamental para que a igreja retorne aos fundamentos básicos e centrais do Evangelho Neotestamentário, libertando-se do triunfalismo/ufanista utópico, de um cristianismo barato, artificial e antropocêntrico.

Precisamos de uma nova reforma, com as bases da Reforma protagonizada por Lutero, Zuinglio, Calvino e tantos outros. Quais foram os alicerces estabelecidos por eles, que foram de alguma forma esquecidos ou colocados de lado? Os cincos Solas: Somente as Escrituras, somente a Graça, somente Cristo, somente a fé e somente a Deus seja toda honra e glória.

Foram princípios revolucionários no passado e podem ser também hoje, para mudar a história de uma igreja que se ufana em ter milhões de seguidores, mas é completamente incapaz de influenciar a sociedade brasileira, sendo sal e luz. Como disse Rousas John Rushdoony, em 1997: “Um fato terrível que nos ameaça hoje é a impotência da comunidade cristã.”

Precisamos de uma nova reforma: IGREJA REFORMADA, SEMPRE SE REFORMANDO.

Rev. Luiz Carlos Correa

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